segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Aprendendo a educar COM os filhos


Ontem foi dia de festinha de criança, filha de um casal amigo...
Crianças brincando e mães de olho e também aproveitando para colocar os assuntos em dia...
Acabamos por descobrir que uma de nossas colegas vai ser mamãe pela segunda vez.
O primeiro filho dela tem a idade do Dieguinho e já vem mais um a caminho.
Quando penso se vou dar um irmãozinho ou irmãzinha ao meu filhote, fico confusa...
Por um lado, adoraria ser mãe outra vez...
Por outro, penso:
Será que tem espaço para mais um na nossa rotina que está tão perfeita ?
Será que vou amá-lo tanto como o primeiro ?
E por aí vai...

Uma vez ouvi o desabafo de uma mulher quando soube que tinha ficado grávida pela segunda vez...
"Eu sou a mãe do "X" ! Não me via sendo mãe de outro filho..."

E aproveitando o assunto, vou postar um texto que recebi esses dias por mail...
Talvez seja conhecido de muita gente, mas achei que valia a pena compartilhar...
(Desculpem, mas não sei quem é o autor.)
Boa leitura !


Aprendendo a educar COM os filhos

Ordem Nascimento Filhos:

O 1º filho é de vidro,
O 2º é de borracha,
O 3º é de ferro…

A ordem de nascimento das crianças:

1º- Irmão mais velho tem um álbum de fotografia completo, um relato minucioso do dia em que vieram ao mundo, fios de cabelo e dentes de leite guardados.
2º – O segundo mal consegue achar fotos do primeiro aniversário.
3º- Os terceiros, não fazem ideia das circunstâncias em que chegaram à família.

O que vestir:

1º bebê – Você começa a usar roupas de grávidas assim que o exame dá positivo.
2º bebê – Você usa as roupas normais o máximo que puder.
3º bebê – As roupas para grávidas são suas roupas normais, porque você já deixou de ter um corpinho de sereia e passou a ter um de baleia.rsrsrs nem todas.

Preparação para o nascimento:

1º bebê – Você faz exercícios de respiração religiosamente.
2º bebê – Você não se preocupa com os exercícios de respiração, afinal lembra que, na última vez, eles não funcionaram.
3º bebê – Você pede para tomar a peridural no 8º mês porque se lembra que parir dói pra caramba.

O guarda-roupas:

1º bebê – Você lava as roupas que ganha para o bebê, arruma de acordo com as cores e dobra delicadamente dentro da gaveta.
2º bebê – Você vê se as roupas estão limpas e só descarta aquelas com manchas escuras.
3º bebê – Meninos podem usar rosa, né? Afinal o seu marido é liberal e tem certeza que o filho vai ser macho igual ao pai!

Preocupações:

1º bebê – Ao menor resmungo do bebê, você corre para pegá-lo no colo.
2º bebê – Você pega o bebê no colo quando seus gritos ameaçam acordar o irmão mais velho.
3º bebê – Você ensina o mais velho a dar corda no móbile do berço ou manda o marido ir até o quarto das crianças.

A chupeta:

1º bebê – Se a chupeta cair no chão, você guarda até que possa chegar em casa e fervê-la.
2º bebê – Se a chupeta cair no chão, você a lava com o suco do bebê.
3º bebê – Se a chupeta cair no chão, você passa na sua camiseta, dá uma lambida, passa na sua camisa desta vez para dar uma secadinha pra não pegar sapinho no nenê, e dá novamente ao bebê, porque o que não mata, fortalece.

Troca de fraldas:

1º bebê – Você troca as fraldas a cada hora, mesmo se elas estiverem limpas.
2º bebê – Você troca as fraldas a cada duas ou três horas, se necessário.
3º bebê – Você tenta trocar a fralda somente quando as outras crianças começam a reclamar do mau cheiro.

Banho:

1º bebê – A água é filtrada e fervida e sua temperatura medida por termômetro.
2º bebê – A água é da torneira e a temperatura é fresquinha.
3º bebê – É enfiado diretamente embaixo do chuveiro na temperatura que vier, porque você, seu marido e seus pais foram criados assim, e ninguém morreu de frio.

Atividades:

1º bebê – Você leva seu filho para as aulas de música para bebês, teatro, contação de história, natação, judô, etc…
2º bebê – Você leva seu filho para a escola e olhe lá.
3º bebê – Você leva seu filho para o supermercado, padaria, manicure, e o seu marido que se vire para levá-lo à escola e ao campo de futebol…

Saídas:

1º bebê – A primeira vez que sai sem o seu filho, liga cinco vezes para casa da sua mãe (sua sogra não pode ficar com a criança porque na sua cabeça, ela nunca foi mãe), para saber se ele está bem.
2º bebê – Quando você está abrindo a porta para sair, lembra de deixar o número de telefone pra empregada.
3º bebê – Você manda a empregada ligar só se ver sangue.

Em casa:

1º bebê – Você passa boa parte do dia só olhando para o bebê.
2º bebê – Você passa um tempo olhando as crianças só para ter certeza que o mais velho não está apertando, mordendo, beliscando, batendo ou brincando de supermam com o bebê, amarrando uma sacola de supermercado no pescoço dele e jogando ele de cima do beliche.
3º bebê – Você passa todo o tempo se escondendo das crianças.

Engolindo moedas:

1º bebê – Quando o primeiro filho engole uma moeda, você corre para o hospital e pede um raio-x.
2º bebê – Quando o segundo filho engole uma moeda, você fica de olho até ela sair.
3º bebê – Quando o terceiro filho engole uma moeda, você desconta da mesada dele.

****

Você riu em algum momento ?
Eu, sim !
Por mais cruel que possam parecer algumas situações, elas acontecem, sim!
Já vi muito menino com meia cor de rosa ou menina com roupinha menos feminina...
Por isso, às vezes digo, tadinhos dos segundos, terceiros filhos....

Será sempre assim ?
Quem for mãe de mais de um, deixa aqui o seu comentário.
Compartilha conosco essa experiência.
Uma semana maravilhosa pra nós !


5 comentários:

Tuka Siqueira disse...

Se por um lado parece cruel com os outros filhos que o cuidado não seja o mesmo que teve o primeiro, por outro lado os outros filhos aprendem mais cedo a se virar sozinhos, tornam-se menos dependentes da mãe e isso é bom. Antigamente as famílias eram bem numerosas, como diz minha sogra, filhos vinham "à moda de São Bento, um fora e outro dentro" numa alusão a ter um no colo e outro já à caminho na barriga, e os maiores acabavam tomando conta dos menores enquanto os pais trabalhavam na lavoura por exemplo.
É claro que os tempos são outros e hoje em dia se prioriza mais o cuidado e o amor com os filhos, mas não creio que essa diminuição nos cuidados muitas vezes excessivos que os filhos únicos tem, seja danoso à eles, muito pelo contrário, com irmãos eles aprendem a dividir, a compartilhar, serem mais solidários e prestativos.

Abraços

Chris Ferreira disse...

Oi Débora,
ri sim.
QUando fiquei grávida da Sofia também fiquei com várias dúvidas de como seria a nossa rotina. Como seria o meu amor por ela. Será que eu vou amá-la como amo a Ana Luiza, etc...
O amor é o mesmo pelas duas, a rotina ficou mais complexa sim, a casa ficou mias feliz, mais alegra, masis movimentada. Com ela eu fui mais relax, menos estressada, mais confiante. Enfim bem mais fácil.

deixei um selinho para você lá no blog. Quando puder, dê uma passadinha por lá para ver tá?
beijos
Chris
http://inventandocomamamae.blogspot.com/

ESpeCiaLmente GaSPaS disse...

Um segundo filhos so pode trazer alegria a dobrar :)

hahahaha o que me ri com isso :)

Simone Scharamm disse...

Esse texto é muito divertido!!!
Olha, amiga, comigo foi diferente!Muito diferente! Como a minha filha mais velha nasceu, quando eu tinha apenas 20 anos, acho que eu era muito imatura e inexperiente,rs...com a segunda, procurei fazer tudo melhor.
Acho importante também que haja um intervalo de uns 3, 4 anos entre os dois filhos, para que sejam curtidos em épocas diferentes...nada de comprar fraldas para dois, dar banho juntos, etc., assim cada um tem o seu espaço e o amor vem, sim, tão grande quanto pelo primogênito!
Eu dei um intervalo de 13 anos(foi muita coisa, né?rs!) mas mesmo assim, valeu a pena!
Beijo grande! Bom dia pra você!

Cida Kuntze disse...

Ri um moooonte....rsrsrs...porque lembrei de uma amiga que tem 3 filhas e ela dizia que da primeira fervia tudo, da segunda nem tanto e da terceira nada....rsrsrs. Mas nem por isso ela deixa de dar atenção pras outras que vieram depois. Acho apenas que não se fica tão "neurótica" com certas coisas...rsrsrs.
Mas olha, também concordo com a mamãe do comentário de cima, podemos melhorar num segundo filho, devido a experiência. Eu não vou ter mais, a minha já veio tarde e nós não queremos mesmo, mas incentivo as mais jovens a terem pelo menos 2 filhos, acho que é muito legal isso. Eu teria...mas como minha situação foi outra, não deu.
Ontem conversando com uma mãe de uma menina de 7 anos e ela ainda é super jovem, me disse que só vai ficar com essa mesmo, já decidiram.
Hoje em dia as famílias estão menores mesmo. Minha mãe foi a única da família que só teve 3 filhos, as demais tias tiveram 4 e 5 filhos.
Beijos querida.