quarta-feira, 1 de setembro de 2010

A difícil hora de comer - Parte 2

Lá ando eu, de novo, com a cabeça cheia de minhoquinhas por causa da falta de apetite do Diego.
Eu já havia dividido essa minha angústia com vocês num post anterior...


O meu filhote nunca foi um comilão... Teve uma fase até que andou fazendo todas as refeições direitinho. Mas isso nunca foi regra. Em geral, ele sempre deu trabalho para comer... E ultimamente tem sido demais ! Sopa, nem vê-la ! Os iogurtes e papas, que ele tanto gostava, também já não agradam muito. O que ainda lhe dá algumas calorias, é o leite materno (pois é... ele ainda mama !) e um bocado da nossa comida que ele vai provando enquanto está à mesa conosco...


As mamãs mais experientes atribuem logo a falta de apetite ao nascer dos dentes ou dizem que ele come pouco porque ainda mama. Acho que as duas justificativas são aceitáveis, mas não deixo de ficar desesperada toda vez que sento o Diego na cadeirinha. Para fazê-lo comer, é preciso muita paciência e uma série de objetos que façam distrair a atenção. Só assim, ele vai abrindo a boca, quase que mecanicamente, e engolindo algo. Um suplício ! Às vezes, tenho mesmo que obrigá-lo a comer. O que piora ainda mais a situação e não é a maneira mais adequada de lidar com o problema...


Antes de procurar um pediatra, resolvi dar uma pesquisada na net sobre o assunto e descobri coisas interessantes que gostava de compartilhar... quem sabe não ajude outras mães que passam pelo mesmo problema... Vejamos...

A falta de apetite ocorre geralmente quando a criança tem entre 1 e 3 anos. 
 A criança com 1 ano tem apetite muito menor que o bebê. É uma programação genética. No primeiro ano de vida o bebê triplica de peso. Entre 1 e 2 anos precisa aumentar de peso apenas 20% (passa de aproximadamente 10 quilos para 12). Há meses em que não aumenta de peso e isso é normal, mas as mães, habituadas com o crescimento do bebê, pensam logo em doença e forçam a alimentação. É um erro, que pode provocar reação. E quanto maior for a insistência da mãe, mais a criança se sente agredida e mais vai reagir, até recusar-se a comer. (Fonte: guiadobebe.uol.com.br)



Quando a preocupação da mãe é muito grande, alguns médicos chegam a receitar um tônico, um remédio para aumentar o apetite da criança. É um erro, porque a receita vai aumentar na mãe a convicção de que a falta de apetite é uma doença. De mais a mais, muitos dos estimuladores de apetite são perigosos, provocam hipoglicemia, sonolência ou agitação. Nenhum livro sério de medicina recomenda esse tipo de remédio, mas eles são muito prescritos e vendidos no Brasil. (Fonte: guiadobebe.uol.com.br)


A nutricionista, Andréa Karla de Lima Alves, pesquisadora associada do NIB/UNICAMP, aponta algumas causas para a falta de apetite dos pequenos:

- A mãe oferece muita comida e a criança não consegue comer tudo.
- Não existe uma regularidade nos horários das refeições.
- Não existe variedade nos alimentos: o que chamamos de "monotonia alimentar".
- O ambiente onde a criança realiza as refeições não é apropriado, existindo muito barulho, televisão ligada, discussões etc.
- A criança quer chamar a atenção dos pais, pois sabe que o fato dela se negar a comer implica dizer que os pais irão tentar de tudo para que ela coma, como fazer brincadeiras, contar estórias de aviãozinho etc.
- A mãe está tensa demais para que seu filho coma e a criança acaba absorvendo toda essa ansiedade e como, resultado, se nega a comer.
- Está nascendo um dentinho novo e a gengiva está dolorida, impedindo a criança de mastigar os alimentos.
- A criança tem mais de 1 ano e ainda toma muitas mamadeiras. Este fato faz com que ela não venha a aceitar bem os alimentos sólidos.
- A criança não gostou da comida. Muitas mães fazem a comida da criança separada, sem tempero e às vezes nem chegam a provar não verificando, desta forma, que ficou faltando sal, por exemplo.



São dela também as dicas que se seguem para ajudar no momento de alimentar uma criança:

- Oferecer porções de comida adequadas. Deve-se levar em conta a capacidade do estômago da criança.
- Deve existir uma regularidade nos horários das refeições. E, caso a criança não queira comer numa determinada refeição, não deve-se dar guloseimas. Adiante um pouco o horário da refeição seguinte. A criança provavelmente estará com mais fome.
- Ofereça alimentos os mais variados possíveis.
- O ambiente onde a criança realiza as refeições deve ser tranquilo e harmonioso.
- Não atender as chantagens. Por exemplo: a criança só abre a boca se primeiro contar uma estória de aviãozinho. Isto deve ser evitado.
- Estimular a criança a comer sozinha. Muitas mães não apreciam esta idéia devido a sujeira que os pequenos fazem. No entanto, quanto mais eles treinam, mais rápido aprenderão a comer sozinhos. E, para a criança, torna-se um prazer poder segurar a colher e levar o alimento à boca.
- Se estiver nascendo um dentinho novo, deve-se ter paciência e procurar dar alimentos mais macios.
- As crianças acima de 1 ano, não necessitam de tanto leite. Nesse período, deve-se diminuir o número de mamadeiras para, no máximo, duas (1 pela manhã e 1 à noite). E não se deve dar mamadeiras depois das refeições (Ex:sobremesa).
- A criança maior de 1 ano deve seguir a dieta da família, portanto se todos estão comendo uma macarronada não podem exigir que a criança coma uma salada de espinafre ou coisa parecida.

Bem, assim como a mim, espero que essas leituras possam ajudar outras mães a entender a falta de apetite dos filhos. Mas confesso: às vezes, é difícil seguir à risca tudo o que dizem os profissionais. Coração de mãe é mole...rsrsrsrsrs...e a gente acaba cometendo um ou outro deslize....
No que toca a esse tema, a minha preocupação com o Diego ainda está em nível 1. Enquanto ele for um menino saudável, cheio de energia e estiver dentro dos padrões de desenvolvimento, o jeito mesmo vai ser  continuar tendo muita paciência para fazê-lo comer...
Um ótimo dia a todos ! 

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Feche a boca e abra os braços...

Olá pessoal ! Quero começar a semana aqui no blog, compartilhando convosco uma pequena lição de sabedoria para pais e mães. O texto que se segue me foi enviado pela minha cunhada. São palavras importantes para quem tem a missão de criar/educar um filho, mas que podem ser aplicadas em muitas outras situações da nossa vida.
Boa leitura !

***

A importância de fechar a boca e abrir os braços

Uma amiga ligou com notícias perturbadoras: a filha solteira estava grávida.
Relatou a cena terrível ocorrida no momento em que a filha finalmente contou a ela e ao marido sobre a gravidez.
Houve acusações e recriminações, variações sobre o tema "Como pôde fazer isso conosco?" Meu coração doeu por todos: pelos pais que se sentiam traídos e pela filha que se envolveu numa situação complicada como aquela.
Será que eu poderia ajudar, servir de ponte entre as duas partes?
Fiquei tão arrasada com a situação que fiz o que faço – com alguma frequência – quando não consigo pensar com clareza: liguei para minha mãe. Ela me lembrou de algo que sempre a ouvi dizer. Imediatamente, escrevi um bilhete para minha amiga, compartilhando o conselho de minha mãe:
"Quando uma criança (ou um filho) está em apuros, feche a boca e abra os braços."

Tentei seguir o mesmo conselho na criação de meus filhos. Tendo tido cinco em seis anos, é claro que nem sempre conseguia. Tenho uma boca enorme e uma paciência minúscula.
Lembro-me de quando Kim, a mais velha, estava com quatro anos e derrubou o abajur de seu quarto.
Depois de me certificar de que não estava machucada, me lancei numa invectiva sobre aquele abajur ser uma antiguidade, sobre estar em nossa família há três gerações, sobre ela precisar ter mais cuidado e como foi que aquilo tinha acontecido – e só então percebi o pavor estampado em seu rosto. Os olhos estavam arregalados, o lábio tremia.
Então me lembrei das palavras de minha mãe. Parei no meio da frase e abri os braços.


Kim correu para eles dizendo: – Desculpa... Desculpa – repetia, entre soluços. Nos sentamos em sua cama, abraçadas, nos embalando. Eu me sentia péssima por tê-la assustado e por fazê-la crer, até mesmo por um segundo, que aquele abajur era mais valioso para mim do que ela.
– Eu também sinto muito, Kim – disse quando ela se acalmou o bastante para conseguir me ouvir. Gente é mais importante do que abajures.
Ainda bem que você não se cortou.
Felizmente, ela me perdoou.
O incidente do abajur não deixou marcas perenes. Mas o episódio me ensinou que é melhor segurar a língua do que tentar voltar atrás após um momento de fúria, medo, desapontamento ou frustração.


Quando meus filhos eram adolescentes – todos os cinco ao mesmo tempo – me deram inúmeros outros motivos para colocar a sabedoria de minha mãe em prática: problemas com amigos, o desejo de ser popular, não ter par para ir ao baile da escola, multas de trânsito, experimentos de ciência malsucedidos e ficar em recuperação.
Confesso, sem pudores, que seguir o conselho de minha mãe não era a primeira coisa que me passava pela mente quando um professor ou diretor telefonava da escola. Depois de ir buscar o infrator da vez, a conversa do carro era, por vezes, ruidosa e unilateral.
Entretanto, nas ocasiões em que me lembrava da técnica de mamãe, eu não precisava voltar atrás no meu mordaz sarcasmo, me desculpar por suposições errôneas ou suspender castigos muito pouco razoáveis.
É impressionante como a gente acaba sabendo muito mais da história e da motivação atrás dela, quando está abraçando uma criança, mesmo uma criança num corpo adulto.


Quando eu segurava a língua, acabava ouvindo meus filhos falarem de seus medos, de sua raiva, de culpas e arrependimentos. Não ficavam na defensiva porque eu não os estava acusando de coisa alguma. Podiam admitir que estavam errados sabendo que eram amados, contudo. Dava para trabalharmos com "o que você acha que devemos fazer agora", em vez de ficarmos presos a "como foi que a gente veio parar aqui?"


Meus filhos hoje estão crescidos, a maioria já constituiu a própria família.
Um deles veio me ver há alguns meses e disse "Mãe, cometi uma idiotice..."
Depois de um abraço, nos sentamos à mesa da cozinha.
Escutei e me limitei a assentir com a cabeça durante quase uma hora enquanto aquela criança maravilhosa passava o seu problema por uma peneira.
Quando nos levantamos, recebi um abraço de urso que quase esmagou os meus pulmões.
– Obrigado, mãe. Sabia que você me ajudaria a resolver isto.
É incrível como pareço inteligente quando fecho a boca e abro os braços

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Garoto esperto...

Gente, a cada dia surpreendo-me mais com o meu pimpolho. Ele está evoluindo depressa e absorvendo informações de uma maneira rápida. É impressionante perceber que aquele bebezinho que só interagia com expressões faciais, aprendeu muito nos últimos meses.
Sou mãe babada, coruja, não nego ! Por isso, fico encantada com os avanços do meu pequeno e gostava de dividir mais essa pontinha de felicidade com vocês...


No abrir e fechar de portas e gavetas, o Diego está mestre.
Ele já sabe que pente e escova é para pentear cabelo. Se pega um nas mãos, leva logo à cabeça: à dele ou à minha. Dia desses, tentou fazer-me um penteado e tudo, o meu bebê...rsrsrsrs..
Também já aprendeu para que serve o controle remoto. Quando pega um, aponta logo para a TV e aperta nos botões.
E se falo: -"filho, vamos ver o Panda!" ou "Vamos ver o Mickey!". Ele também aponta logo para a televisão. Sabe que é lá onde vão aparecer seus desenhos favoritos.


Se digo para ele ligar o ventinho, ele sabe bem o que é. Vai direto ao ventilador e aperta no botão para fazê-lo funcionar.
Se a ordem é ir buscar a bola, ele também entende direitinho e sai todo contente em busca de uma das muitas que temos aqui em casa.
Ahhh, já consegue subir e descer da nossa cama.
Aprendeu a usar o apito e sabe beber de canudinho(=palhinha).


Quando quer algo, meu filhote não se intimida. Aponta com o dedinho e pede.
Os hábitos do papá, o Diego também decorou bem. Quando o vê aprontar-se, já sabe que ele vai embora. Começa logo a acenar-lhe e dar "tchau". E quando digo: "-filho, quem vai chegar ?" Ele olha de imediato em direção à porta de entrada pois sabe que o pai logo, logo vai aparecer.
O meu pimpolho entende também quando digo: "Anda cá, filho. Vamos vestir a roupa para darmos um passeio". Ele fica quietinho e todo contente. Até ajudar a colocar o boné na cabeça. Sabe que vamos sair à rua e ele adora. Corre logo para a porta para sair de casa.



Ahhh, e um gesto dele adorei em especial: no dia que ele me deu uvas na boca. Acreditem ! Ia tirando uma a uma do cacho e ia me dando. Achei o máximo. Fiquei toda contente e babada !!!
Gente, tenho ou não motivos para me orgulhar do meu pimpolho ?
Um ótimo fim de semana a todos !

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Tudo bem no nosso pequeno reino...

Hoje fomos ao médico. Mas nada de doenças, graças a Deus !!! Foi a consulta de rotina do Dieguinho com o médico de família. Na verdade, essa consulta era para ter sido quando ele completou um ano, há um mês. Mas na altura estávamos de férias e só havia sido remarcada para hoje...


A primeira etapa foi com a enfermeira: tirar as medidas.
Peso: pouco mais de 10kg
Altura: 77,5cm
Perímetro encefálico: 48cm
Tudo bem... e normal para os 13 meses de idade do meu pimpolho. O peso não aumentou muito desde a última vez que estivemos lá, há 4 meses: cerca de um quilo. Mas o que surpreendeu foi o crescimento: uma média de 1 cm por mês. O médico disse que se ele continuar nesse ritmo vai passar de 1,80cm na fase adulta. Vai ficar um rapagão, o meu bebê....


Pelos números, o médico disse ainda que ele estava evoluindo bem e não me preocupasse tanto com a pouca mudança de peso. Mas não podia descuidar da alimentação: liberou para ele comer de tudo, só fez uma reserva aos doces... para não abusar...


Engraçado foi na hora das perguntas comportamentais...
- Ele já aponta com o dedo para pedir as coisas ? - sim !
- Já atende pelo nome ? - sim !
- Já anda de gatas ? - Já anda !
- Já começou com as birras ? - Sim, e de que maneira !!!
Para isso, o "remedinho" do doutor foi simples: ignore a birra ou distraia a atenção dele para outra coisa. Evitar bater, também é aconselhável.

Voltamos para casa satisfeitos e com uma grande satisfação no coração. Graças a Deus, temos um menino lindo, saudável, que está se desenvolvendo bem e que nos enche de alegria !

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

"A crise de um ano de idade"...

Gente, achei esse título ótimo ! Não é meu, mas de um pediatra que escreveu um artigo sobre o tema e já, já compartilho com vcs... Achei-o pesquisando para entender certos comportamentos que o meu filhote tem apresentado ultimamente...
Como boa mãe de primeira viagem, qualquer mínima coisa que saia fora do "normal" acende um sinal de alerta. Se o menino tem pouca apetite, será que precisa de vitaminas ? Se está dormindo demais, estará doente ? Se ainda não fala mamã, é por que não consegue reproduzir esse som ? Enfim, tudo pode virar uma pontinha de preocupação... 


Mas o que me motivou a dar uma vasculhada pela net foi uma certa agressividade que o Diego tem apresentado. Ele anda numa de bater e morder que só visto. Quando é contrariado, parte logo para a briga. E não é só com a mamã e o papá. Há dias, quando umas crianças estiveram aqui em casa, ele andou batendo e mordendo os maiores porque os meninos não lhe davam os brinquedos. Ontem, num parquinho, chegou a empurrar uma menina para tomar-lhe um brinquedo. Fiquei mesmo preocupada e meio sem saber o que fazer. Afinal, como reagir diante desse comportamento ? Como fazer para educá-lo ?


Graças a Deus, o clima aqui em casa é de paz... e o Diego nunca viu uma briga ou discussão mais séria entre a mamã e o papá. Então, de onde viriam aquelas atitudes de morder e bater ? Seria da fase ? Seria da personalidade dele ? Foi para responder a essas perguntas que recorri à net; e encontrei respostas tranquilizadoras...  
 O título deste post peguei "emprestado" de um artigo do médico pediatra Ruy Pulpo Filho. Vejam o que ele escreveu sobre o tema:

"Muitas vezes a criança reage com um comportamento impróprio (batendo a cabeça na parede, vomitando, perdendo o fôlego, batendo no adulto, etc.). Uma vez garantida a saúde e a segurança da criança, este comportamento deve ser ignorado até que cesse. O adulto finge que está entretido com outra atividade, não demonstrando a menor atenção direta com o bebê. É claro que na verdade ele está acompanhando tudo, podendo intervir a qualquer momento em que a criança de fato necessite. É importante tentar economizar as negativas, às vezes melhor do que dizer “não” é desviar a atenção dela para outra atividade permitida".


Outras palavras sábias sobre o assunto foram da psicóloga Mirene F. M. A. Marques:

"O comportamento agressivo na criança é normal e deve ser vivenciado por ela. O grande problema é que ela não sabe como controlá-lo. Normalmente, acontece quando sente-se frustrada ou quando necessita mostrar aos pais que algo não vai bem. Muitas vezes a criança provoca um adulto para que ele possa intervir por ela e controle seu impulso agressivo, já que ela é pequena e não tem condições de fazer por sí própria. Por isso precisa de um "para com isso" ou "eu não quero que você faça". É como se ela pedisse para levar uma bronca. Nessa hora é como se o adulto emprestasse seu controle para a criança".


 
"Assim como os pais a ensinam andar, falar etc... também devem ensinar a criança a controlar sua agressividade e aprender a hora certa de colocá-la para fóra. O importante é que os pais tenham bom senso tomando cuidado para que ela não seja terrorista ou submissa, ou seja, nem permitir tudo para a criança e nem devolver a agressividade dela com outra agressividade".
 



Em outro artigo que me foi muito útil, li, pela primeira vez, um termo que achei super engraçado: "pitbebê"... O texto, vocês podem ler acessando o link abaixo:


E também vale a pena ler o que foi publicado em:

Bem, depois dessas rápidas leituras, pelo menos, fico mais tranquila em saber que a agressividade nessa fase infantil é muito mais instintiva do que um traço de personalidade. Ufa ! Já estava preocupada pensando que ia ter um "arruma confusão" dentro de casa...

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Domingo na praia... sem sol, nem banho de mar !

Gente, ontem foi o "meu" dia... e escolhi um presente não só para mim, como também para o papá e, em especial, para o meu filhote. Fomos os três à praia... e para nós, ir à praia é literalmente uma viagem, pois infelizmente, estamos, no mínimo, a cerca de uma hora longe do mar. Queria "pegar" uma corzinha e brincar com o Diego na areia, mas tivemos pouca sorte: o domingo foi sem sol e com um ventinho pouco amigável para quem queria estar à beira mar...


Escolhemos ir para Vigo que fica no Norte de Espanha e a duas horas de carro da nossa casa... Apesar de nem parecer que estávamos no verão, para nossa surpresa, a praia estava lotada ! Foi um sufoco conseguir um lugar para estacionar o carro. Pelos vistos, por aqui, o povo não se intimida com o dia cinzento.


O meu filhote, mal viu o mar, deu sorrisos de alegria. Nunca pensei que ele gostasse tanto de praia. Essa foi a terceira vez que o levamos: a primeira foi no Brasil, quando ele tinha 4 meses. A segunda, foi no Algarve, com 1 ano. E a terceira foi ontem. O Diego estava numa felicidade só, andando na areia. E toda vez que o soltávamos, ele ia diretinho para o mar. Infelizmente não pudemos deixá-lo entrar, pois a água estava gelada ! Mas ainda havia quem se arricasse... Ui !!! Só de olhar dava-me arrepios...


Sem sol, nem banho de mar, a aniversariante divertiu-se foi com as brincadeiras e a felicidade do filho. O Dieguinho andou que se fartou na areia, ficou encantado com as gaivotas e voltou para casa exausto. 
Não temos mais previsão de ir à praia neste verão. Mas estou mortinha mesmo é para levar o meu filhote para curtir o sol e o mar na minha terrinha. Naquele calorzinho e naquelas águas morninhas é que ele vai se esbaldar e fazer muitos castelos na areia...  

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Fim de tarde no parque

Agosto está chegando ao fim e o calorzinho também... E na contagem regressiva para o fim do verão, bateu um peso na consciência: não ter levado o Diego tantas vezes ao parquinho. Levei-o alguma vezes, mas gostava de tê-lo feito mais... e com certeza, ele também. Então, ontem apressei-me para dar esse presentinho ao meu filhote.


O link acima é de um post anterior onde mostrei o parquinho que fica aqui perto de casa. Naquele dia, estava quase vazio. Mas hoje para a alegria do meu pimpolho, tinha muita criança. E ele sabe bem quando vamos para lá. Quando chega a meio do caminho, começa a bater palminhas e sorri.
Ontem foi a primeira vez que ele foi ao parquinho depois que começou a andar sozinho. Nem sei quem estava mais feliz... se eu ou ele. Eu, por vê-lo a caminhar bem de um lado para o outro. Ele, por ter todo aquele espaço ao ar livre com outras crianças. E isso ele adora: estar rodeado de gente.


Eu que já o levo ao parque desde que ele era bem pequenino noto bem o quanto ele evoluiu. Aquele bebezinho, que ficava sentadinho só observando o movimento, já anda por todo lado e começa a aproveitar melhor os brinquedos. Sempre o motivei a experimentar um ou outro, mas o coitado ainda era muito pequenino para ver graça naquilo. Agora adora ir no escorrega. Ri-se de satisfação. Olha ele aí tentando subir sozinho !


Ele se divertiu imenso: andou que se cansou, brincou, interagiu com outras crianças... Chegou em casa exausto. Foi só praticamente comer e dormir.
E eu não posso falhar... Tenho que aproveitar o restinho de tempo bom que nos resta e encontrar nem que seja uns minutinhos por dia para levar o meu filhote ao parquinho antes do outono chegar...